O primeiro namorado da filha - 2 de Marzo 2009 - Conexão Gospel
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O primeiro namorado da filha
13:18

namorados

O que você faria se descobrisse que sua filha (adolescente) está namorando? Proibiria ou diria que só poderia fazê-lo após o término dos estudos? Questionamentos como esses são feitos por milhares de pais que enfrentam conflitos na hora de “autorizar” o relacionamento dos filhos. Em entrevista ao portal Arca Universal, a psicóloga clínica Cristiane Fiaux, da ENSP/Fiocruz, orienta como os pais devem proceder nessas situações.

Arca Universal- Os pais devem acompanhar o namoro dos seus filhos?

Cristiane Fiaux – Com certeza, porém sem que se intrometam de forma desmedida em suas vidas. Os filhos precisam perceber que os pais estão por perto e sinalizando alguma exposição emocional desnecessária. Quanto mais à vontade e mais tranqüilo esse acompanhamento for feito, menos chance há de os filhos reclamarem de que os pais estão sendo excessivos. Os limites devem acontecer sem radicalismo e distorções.

Arca Universal – Os pais dos namorados devem se conhecer? Quando e como deve acontecer esse encontro entre as famílias?

Cristiane Fiaux – O conhecimento das famílias deve acontecer quando o relacionamento ficar mais sólido e com mais chances de chegar ao matrimônio. Não que não possa acontecer encontros familiares em qualquer namoro, mas nos casos em que os namorados pretendem firmar um compromisso mais sério, trazer a família de ambos para perto pode ser bom. Em algumas situações, talvez não seja possível ou viável essa aproximação por uma série de motivos, mas isso deve ser avaliado caso a caso.

Arca Universal – Os pais podem deixar os namorados dormirem um na casa do outro?

Cristiane Fiaux - Não se deve forçar padrões de comportamento só porque “está na moda” ou para ser moderno. Há que se ter cuidado sempre e informar os filhos sobre a importância de manterem seus valores e suas condutas de forma equilibrada, conversar sobre sexo e os riscos físicos e emocionais envolvidos no ato sexual fora da hora ou inadvertidamente.

Arca Universal – Quando os filhos começam a namorar, os pais devem conversar sobre sexo com eles?

Cristiane Fiaux – Não só quando começam a namorar; os pais precisam orientar seus filhos sobre sexualidade, o que é o sexo, o amor, o que é prazer. Não se deve esperar o namoro para isso acontecer. Essa conversa deve ser levada tão logo se perceba interesse do filho no assunto ou quando ele já fica exposto perante alguém que namore, ou, ainda, quando seu próprio corpo mostra alterações inevitáveis que o tempo traz.

Os pais precisam estreitar sempre os laços com seus filhos, vencer barreiras, estimular o afeto, o carinho. Os filhos tendem a repetir o que observam e, se forem educados com amor e respeito, passarão para seus relacionamentos futuros essa postura. A prevenção começa desde sempre. Lares mais felizes e equilibrados, diminuição da violência doméstica e sexual, precisam ser buscados com nossas crianças em nossas casas. Assim, elas poderão ser adultos mais saudáveis e felizes.

Paixão x amor

No livro “O Perfil do Jovem de Deus”, do bispo Renato Cardoso, ele ressalta que o jovem que está pretendendo iniciar um namoro deve aprender a distinguir paixão de amor. “O sentimento de paixão é altamente enganoso, e aí é que está o perigo. Muitos são os que têm se casado, movidos simplesmente por uma paixão. Quão amargas recordações e frustrações eles têm sofrido!”, ressalta o bispo. E acrescenta: “Enganoso é o coração, mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jeremias 17.9).

O bispo ainda diz que a paixão geralmente é baseada na aparência exterior e física. “Quando você, rapaz, se sente atraído pela beleza física daquela moça, isso nada mais é do que uma paixão. É um sentimento enganoso. Quando você, moça, se sente atraída pela conversa e pelo charme daquele rapaz, lembre-se de que isso é apenas uma paixão. A paixão geralmente é cega, faz a pessoa incapaz de enxergar as incompatibilidades que provavelmente farão aquele relacionamento não dar certo. Assim, o rapaz de 18 anos, por exemplo, não consegue enxergar que aquela moça de 25, por quem se apaixonou, dificilmente será submissa a ele – sete anos mais novo que ela – quando se casarem. A moça cristã também não consegue enxergar que aquele rapaz não-convertido, por quem se apaixonou, será uma pedra de tropeço e dor no seu caminho, no futuro, e que provavelmente é ele quem vai fazê-la esfriar na fé, ao invés de ela trazê-lo para Jesus.

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